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Os depósitos que pagam muito! PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Administrator   
Domingo, 13 Fevereiro 2011 21:29
Indíce do artigo
Os depósitos que pagam muito!
Tencências económicas
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Tendências de crédito na economiaSe pensa em fazer um depósito a prazo, está na altura certa para o fazer, já que há dois anos que os depósitos não pagavam tanto. Os bancos aumentam os juros dos depósitos para diversificar as fontes de financiamentom e a estratégia está a surtir efeito.

A renumeração dos depósitos a prazo, tanto para as família como para as empresas, está ao nível mais alto dos últimos dois anos. De acordo com os dados do Banco de Portugal, os bancos estão a pagar 2,68% pelas poupanças das famílias, o máximo desde Fevereiro de 2009. Já a taxa de juro dos depósitos para empresas registou o mesmo em Janeiro, a mais subida mensal de que há memória, dos 2,23% para os 3,21% para um máximo de Dezembro de 2008.

Os bancos têm vindo a subir a renumeração dos depósitos desde Maio, altura que o financiamento junto ao BCE duplicou de 17,7 mil milhões de euros para 35,7 mil milhões. Perante as dificuldades de financiamento nos mercados interbancários, os bancos tem a necessidade de renumerar os depósitos na tentativa de captar recursos de clientes e diminuir a dependência do financiamento da autoridade monetária europeia. Um bom exemplo disso mesmo é a caixa geral de depósitos. Os bancos não estão apenas a captar recuros, estão também a distribuí-los à economia. Pela primeira vez desde Junho, os bancos aumentaram os montantes concedidos para a comprar de casa. No segmento de crédito à habitação os bancos emprestaram, em Janeiro, 825 milhões de euros, o valor mais alto em seis meses, e uma subidade de 98 milhões de euros face a Dezembro. Os bancos apenas aumentaram a concessão de crédito apenas para quem compra casa, em famílias e empresas, no período de Janeiro foram emprestados mais 1,3 milhões de euros face ao mês anterior, e um aumento na concessão de empréstimos a empresas no valor acima de 1 milhão de euros, no total de 872 milhões de euros. O que não aconteceu em Dezembro com esta faixa a ser a mais penalizada na concessão de empréstimos, no valor de 807 milhões de euros.



Actualizado em Sábado, 19 Fevereiro 2011 23:54